E aí tchê
Em missão pela vida
FacebookTwitterInstagramYouTube

Mulher: exemplo de fé e vida

Publicada em 08/03/2017

Anualmente, o dia 08 de março é marcado por belas homenagens às mulheres, pois nesse dia é comemorado o seu Dia Internacional. Essa história tem muito a ver com a luta pela liberdade de expressão, participação política e valorização do “ser” mulher. O fato mais marcante, a que se deve a lembrança crescente da data a cada ano, foi quando 130 mulheres morreram carbonizadas durante um incêndio numa indústria têxtil em Nova York.

Mas foi em 8 de março de 1917, na Rússia, quando aproximadamente 90 mil operárias se manifestaram contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra. A partir daí, num protesto conhecido como "Pão e Paz", a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.

Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Em 1977, o "08 de março" foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas como Dia Internacional da Mulher.

Trazendo um pouco a História à tona, é possível perceber que a mulher é um exemplo de vida. Antes de qualquer coisa, ela queria viver. Até então, ela sobreviva. Aqui, podemos inserir a caminhada da Igreja. Lá, na Igreja Primitiva, as mulheres eram a grande sustentação da missão cristã. Depois, elas foram perdendo o seu espaço não só na sociedade, mas no meio eclesial, também.

Passados os 50 anos do Concílio Vaticano II pode-se considerar que além de lutar pela vida e pela liberdade, a mulher é um grande esteio da fé. Nas comunidades católicas, maior parte dos serviços são coordenados por elas, que dão a sutileza e a delicadeza do amor de Deus, que é carinhoso e bondoso.

Jovem nascida na Alemanha e que há um ano reside em Porto Alegre, Cláudia Fontana, que está gerando uma nova vida – uma menina – no seu ventre garante que ser mulher é uma dádiva de Deus. No entanto, ela lembra que muitas mulheres são injustiçadas e desvalorizadas. “Peçamos a Deus que nos dê essa força da vida para lutarmos por uma sociedade mais justa, por mais igualdade e contra a violência. Para nos aproximamos cada vez mais da construção do Reino de Deus. Que chegue a luz a todas as mulheres que vivem na escuridão. Que dádiva divina”, aponta.

As mulheres de ontem e de hoje lutam para ter vez e voz. Deus caminha com elas e a Igreja também. No entanto, as comunidades são convidadas a valorizar e cuidar dessas vidas, que são exemplos. Quantas são as dificuldades? Qual é o tamanho do amor? As perguntas têm sua resposta nessa bela conclusão de Cláudia sobre a possibilidade de gerar nova vida. “Dar à luz. Como é lindo sentir vida no ventre. Como é lindo o trabalho do parto. Sentir a força da vida querendo nascer. Cada onda que vem aproxima-me mais de minha filha amada. Únicos, sagrados são o início e o fim da vida. Dar à luz, qual dádiva divina."

E aí tchê

Subsídios

© 2017 - E aí tchê Site produzido pela Netface