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Logotipo do Eai?Tchê comemora quatro anos de evangelização

Publicada em 06/01/2016

O Eai?Tchê comemora seus quatro anos de lançamento do logotipo nesta quarta-feira (6). Desde o início das atividades do Serviço de Evangelização da Juventude do Regional Sul 3 da CNBB, em 2010, até a escolha do seu nome e símbolo dois anos depois, um longo caminho de reflexão e articulação foi trilhado, para que representasse a diversidade de grupos, pastorais, movimentos e carismas dos jovens de todo o Rio Grande do Sul.

A partir da criação do nome e do logotipo, foram criados o site eaitche.com.br e os perfis nas redes sociais. O site nasceu com o objetivo de ser o ponto de encontro da juventude católica gaúcha, como forma de expressar toda a sua riqueza, diversidade e beleza. Hoje, o Eai?Tchê está presente no Facebook, Twitter, Flickr e Instagram.

De acordo com a coordenadora do Serviço, Irmã Zenilde Fontes, o Eai?Tchê nasceu para fazer chegar a mensagem para os jovens em todo o Estado. “Queremos alcançar jovens que estão nos grupos, que participam das missas e também aqueles que não estão nos grupos, chegar ao jovem que não é praticante e que não é cristão”, disse.

A inserção nas redes sociais também contribui para a articulação entre as Dioceses, pela informação. “É um espaço de formação e informação e, por meio delas, articular”, ressalta Ir. Zenilde.

Por meio destes canais, são divulgadas as notícias sobre como a juventude vive a sua fé, com textos, fotos, vídeos e depoimentos, além de mensagens e notícias sobre a Igreja Católica. Os conteúdos são enviados pelos comunicadores, assessores e articuladores que atuam nos Setores de Juventude das 18 Arqui/Dioceses do Estado.

Alguns dos jovens que participaram do processo de criação do Serviço e da logomarca do Eai?Tchê nos contam o que os motivou e como foi essa experiência. Além disso, explicam o significado dos elementos que compõem o logotipo. Confira:

 

Bruna Vasconcelos

Assessora Jovem - Setor Diocesano da Juventude

Ex-membro do Curso de Liderança de Juvenil

Diocese de Novo Hamburgo

“O Eaí?Tchê surgiu da necessidade da Juventude Gaúcha se conhecer, se entender, e se mostrar. Depois de passar em todas as dioceses fazendo um trabalho de escuta e entendimento sobre as realidades da juventude no Rio Grande Do Sul, o Serviço de Evangelização da Juventude incitou que as dioceses que ainda não tinham, criassem o Setor Juventude, e as dioceses que já tinham, que fortalecessem o trabalho do Setor Juventude. Para que todos pudessem dar continuidade no entendimento do que era o Setor Juventude, como deveria se estruturar e também como e onde deveria atuar, nos organizamos através de reuniões realizadas no regional. 

Ao voltarmos da Jornada Mundial da Juventude de Madri em 2011, sentimos a necessidade de termos canais de comunicação e um trabalho de articulação, para que víssemos o que cada carisma estava fazendo em termos de juventude, para que pudéssemos trocar experiências, tirar ideias, partilhar a vivência da juventude católica gaúcha. Como já tínhamos um blog do Serviço de Evangelização, vimos que seria bom termos um portal onde todas essas trocas e partilhas pudessem ser compartilhadas, além de ter materiais de estudo comum e fotos do que estava acontecendo por todos os cantos do Rio Grande.

Foi ai, que após 8h de reunião surgiu o nome do projeto: "Eaí?Tchê!". Eaí? é a forma da juventude se questionar e o tchê! é o que nos identifica como estado. E junto com o nome surge também uma equipe apaixonada pela juventude, que de coração aberto aceita o desafio de conseguir congregar e criar unidade com todas as realidades juvenis.

Bom, é imensurável o quanto eu cresci através do voluntariado no Eaí?Tchê!, que é muito mais do que apenas um site, é um projeto "monstro", que identifica, que articula, que forma e que comunica. Cresci como pessoa, pois aprendi (a duras penas, e a muito choro e discussões) a respeitar a opinião alheia, que nem sempre o "óculos que uso" é o mesmo que a outra pessoa usa; cresci na fé, pois quanto mais partilhamos sobre o nosso carisma e quanto mais conhecemos os demais carismas, mais amamos aquele instrumento pelo qual Deus se utilizou para entrar na nossa vida; cresci como juventude, pois aprendi a não olhar só "o meu jardim", mas também a "ver flores no jardim ao lado"; cresci como católica, pois precisei buscar muito mais formação e espiritualidade para que pudesse me manter firme na fé. Sou muito feliz em poder fazer parte deste serviço e tenho muito orgulho de ter contribuído no caminho e na criação do Eaí?Tchê!”

 

Diego Barcelos

Vocacionado da Comunidade Nos Passos do Mestre

Ex-membro do Grupo Marcados pela Cruz - Paroquia São Cristovão

Arquidiocese de Porto Alegre

É um grande prazer fazer parte dessa história. Fazer parte disso e ver como o Eai?Tchê está hoje, bem articulado, com todo o Rio Grande do Sul sabendo o que é o Eai?Tchê, me faz muito feliz e confiar nos planos de Deus pra nossa vida. O Eaí?Tchê foi feito por pessoas que participam e participavam da Igreja na época. Surgiu com a ideia de chamar a atenção dos jovens pro “e aí?” e usar o “Tchê” como referência nossa, gaúcha. A marca é bem simples, concebida com um lettering e logo, que é um clips na verdade, mas muita gente vê um chapéu de bispo, uma cruz, uma igreja. E a ideia era mostrar que somos jovens, por isso o clips, por isso a cruz dentro do clips, remetendo à Igreja. Todos esses elementos fazem parte da vida da juventude católica do Rio Grande do Sul, então seria algo pra representar a juventude. Quando começamos a fazer, a ideia era que a juventude reunida começasse a fazer esse desenho nos lugares, como forma de marcar o lugar. No lettering usamos uma fonte que demonstra caminho, riscos preenchidos dentro, algo que precisa ser trilhado sempre quando se trabalha com a juventude, que não é algo simples de trabalhar, é algo que precisa ser preenchido, passo a passo, com muita união, com muito trabalho, respeito, diálogo, porque nós temos realidades diferentes. Então a ideia da fonte é que a marca representasse isso também, esses caminhos que são trilhados, esse preenchimento que é feito com cada jovem na sua comunidade, no seu lugar, fazendo essa Igreja que é a Igreja Católica do Rio Grande do Sul. A ideia do Eaí?Tchê basicamente era ter um nome pra representar o serviço de comunicação, mas começou a tomar uma grande força, porque a gurizada começou a pegar essa referência e começou a usar. Então o Serviço, que não tinha nome, acabou tomando conta do nome, o que mostra uma força da marca, do nome, muito legal. Então o Eaí? Tchê acabou sendo a representatividade de toda a juventude do Rio Grande do Sul. Posso bater no peito e dizer que sou um Eaí?Tchê também porque faço parte da juventude do Rio Grande do Sul. Isso é muito legal, talvez lá no início quando a gente montou todo esse projeto, não tivéssemos pensado nisso, na grandeza que isso ia se tornar. O Eaí?Tchê  fez parte da minha vida de uma forma muito especial. Através do Eaí?Tchê, do início do projeto, de uma ideia que já tinha no meu coração, eu tenho hoje uma empresa que trabalha só com comunicação católica também porque o Eaí?Tchê incentivou muito isso. Então há um carinho muito grande por essa marca, que não é só uma marca, mas um legado que vem sendo feito nesses quatro anos, por toda essa gurizada de cada canto, de cada lugar. Eu fiz parte de um pequeno pedaço do Eaí?Tchê, sinto orgulho disso, e sei que não vai parar aqui, algumas pessoas vão sair pra fazer outras coisas, outras pessoas vão entrar, e sei que o Eaí?Tchê vai continuar porque é jovem ainda, tem quatro anos de representatividade da juventude e tenho certeza de que vai perdurar por muito tempo.

 

Rodrigo Souza

Caminho Neocatecumenal

Diocese de Porto Alegre

“O que posso responder sobre a motivação de ter sido convidado a trabalhar num projeto como o Eaí? Tche? Só posso dizer que não fui eu quem entrou nesta ideia, mas foi esta ideia que tomou conta de mim. Só pode ter sido isto! No momento inicial, não era um projeto, não tinha nome, não tinha quase nada... Mas havia sim uma inspiração! Havia (e ainda há) um transitar da graça de Deus que fazia com que tudo fosse se colocando e tomando forma, já não éramos mais nós que vivíamos, mas sim o projeto de Deus para a juventude que vivia em nós. O que veio depois? Já é conhecido de todos...Daí em diante o verbo se fez carne, e o Eaí? Tchê habitou entre nós.”

 

Luana Padilha

Pastoral da Juventude

Diocese de Pelotas

"Fazer memória do dia 6 de janeiro de 2012, para mim, é lembrar de tudo que antecedeu esse dia e tudo que nem imaginaríamos que viria depois dele. O lançamento do portal foi o marco de um caminho. Sempre lembro das horas de discussões e reflexões até chegar a ele. Como quem não sabe muito bem onde o sonho vai dar, mas ousa sonhar em (com)unhão. Esse ensinamento não é novo, mas sempre esquecemos, que é na diferença que encontramos mais a verdadeira complexidade da vida. No desafio de achar a essência que nos aproxima entre o que é verdadeiramente diverso. Não sabíamos muito bem se esse espaço seria o bastante para ressoar todas as vivências e encontros que estavam acontecendo. E creio que essa dúvida fez morada por um bom tempo entre nós. Entre números, estatísticas, alcance do portal... percebemos que mais do que tudo o Eai?Tchê estava estampado das camisetas da gurizada de nossos grupos. E por mais clichê que possa parecer, pra mim, a alegria do portal ainda mora em cada encontro com jovens de grupo de jovens, até nas pequenas cidades, pequenos bairros, encontrando nesse projeto um motivo para bem viver a sua juventude."

 

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