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Cuidado com a Vida das juventudes vira projeto na colônia Z3, em Pelotas

Publicada em 09/12/2015

A Colônia Z3 é uma comunidade de pescadores situada às margens da Laguna dos Patos, no município de Pelotas.

Com cerca de 500 moradores o local é responsável pela atividade pesqueira do município sendo a principal fonte de renda da comunidade.

Além de todas as dificuldades de subsistência devido às questões ambientais ligadas à manutenção da pesca na região litorânea do sul do Estado, os moradores enfrentam situações de vulnerabilidade social em diversos aspectos, como a falta de perspectiva e a criminalidade.

Diante desta realidade, um grupo de voluntários auxiliados pelo pároco local, realizam uma projeto intitulado "Entrelaçando sonhos: experiências que (re)significam vidas".

Uma das autoras do projeto, Luana Padilha, escreveu um depoimento sobre como ele está sendo realizado. Veja a seguir:

 

“O projeto nasceu da inquietação de algumas professoras da escola local, com as situações de vulnerabilidade vivenciada pela população da Colônia Z3 – entre elas, violência das mais diversas, drogas, falta de acesso a atividades de promoção de vida, etc. – que foram ao encontro do pároco, Padre Eneias Carniel, para pensar alguma proposta alternativa.

Após o encontro, foi realizada uma visita a todas as séries da escola para ouvir dos adolescentes e jovens, basicamente a resposta para três questionamentos: “Quais os seus medos?”; “Quais os seus sonhos?”; “Como vê a realidade da Colônia?”. As respostas das perguntas embasaram a construção do projeto, que logo foi somando cada vez mais pessoas dispostas a contribuir.

O projeto começou pensado para atender as necessidades das juventudes, com oficinas lúdico-pedagógicas. Porém, em vista de todos os outros problemas enfrentados pela comunidade, logo ampliou o público, pensando em minicursos profissionalizantes e ainda rodas de conversa com temas pertinentes.

No segundo semestre desse ano começaram as reuniões da equipe de acompanhamento, que conta com profissionais de diversas áreas – Juventudes, Psicologia, Biologia, Turismo, Direito. Além da primeira roda de conversa sobre “Memória e Identidade da Colônia”. A previsão é de quem em fevereiro tenham início o minicurso profissionalizante de manicure, e ainda as oficinas de teatro com o grupo Teatro do Oprimido(TOCO/UFPel)”.

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