E aí tchê
Em missão pela vida
FacebookTwitterInstagramYouTube

Jovens vivenciam um dia com os recicladores na Cooperativa Mãos Unidas Santa Terezinha em Porto Alegre

Publicada em 24/07/2015

O projeto teve algumas fases para se tornar uma cooperativa. A primeira fase foi em 2008 com Projeto de Lei, de autoria do vereador Sebastião Melo, que prevê o fim da circulação de veículos de tração animal em oito anos. A partir da aprovação da Lei as pessoas que dependiam do uso de carrinho para coletar material reciclável pelas ruas foram convidadas para participar de um curso de capacitação.

Após a capacitação as pessoas foram encaminhadas para uma das 16 unidades de coleta para o trabalho na triagem de material reciclável. Uma das unidades das unidades e fase do projeto é a Cooperativa Mãos Unidas Santa Terezinha, localizada na Rua Paraíba, 177, no Bairro Floresta, em Porto Alegre, que está durante a Semana Missionária acolhendo a presença de jovens missionários.

Para Alex Almeida Viana, assessor social da cooperativa, neste ano a fase do projeto encontra-se no “objetivo de dar autonomia aos cooperados com curso de capacitação em gestão aos lideres para administrarem a cooperativa. Esta unidade também conta com o apoio do Ir. Miguel Orlandi, Marista”, contou.

Atualmente, a Mãos Unidas Santa Terezinha conta com 26 sócios e em outubro próximo completará um ano de existência. Diariamente os caminhões do DMLU fazem a coleta nas ruas e distribui nas unidades para o material ser reciclado. O cooperativado Cesar Leandro dos Santos, declarou que “o trabalho realizado por nós não é visto pelo povo da cidade, mas nós fazemos um trabalho muito importante para a sociedade ao classificar para reciclar e tirar o sustento para nossos filhos”.

O trabalho dos jovens missionários durante a Semana Missionária esta consistindo na vivência da realidade. Na opinião de Alex Viana, a presença dos jovens “é válida para que possam entender que aos olhos da sociedade é um trabalho feito no escuro. Ninguém imagina que só dentro de Porto Alegre são 16 unidades. Em média cada pessoa colabora na reciclagem de duas toneladas de material por mês. Além dessas informações os jovens que vem aqui já vão percebendo que o trabalho começa em casa ao separar o material”, reiterou.

De acordo com Andrinara Gonçalves, jovem missionária da Diocese de Uruguaiana, “para mim esta sendo uma superação estar aqui, pois estou sentindo na pele o que eles passam. O que estou sentindo no momento é a quebra de barreiras, é uma superação”.

 

Por Judinei Vanzeto

Assessor de Imprensa

Regional Sul 3 / CNBB

 

 

 

E aí tchê

Subsídios

© 2017 - E aí tchê Site produzido pela Netface