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Comissão para a Juventude da CNBB tem nova composição

Publicada em 21/06/2015

A Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude (CEPJ), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), está sob nova direção. Após a eleição do bispo de Caxias do Maranhão, Dom Vilsom Basso, como presidente da Comissão para Juventude, a instância já teve os outros membros indicados. São eles: o bispo da Diocese de São Luiz de Cáceres (MT), Dom Antônio Emídio Vilar; o bispo de Valença (RJ), Dom Nelson Francelino; e padre Toninho, que continua como assessor da CEPJ.

A Comissão para a Juventude

A Comissão é o espaço que articula, convoca e propõe orientações para a evangelização da juventude, respeitando o protagonismo juvenil, a diversidade dos carismas, a organização e a espiritualidade para a unidade das forças ao redor de algumas metas e prioridades comuns (CNBB, Doc. 85, n. 193) à luz do Documento 85 “Evangelização da Juventude”, das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e do Documento de Aparecida.

A Comissão foi criada por decisão da 49ª Assembleia Geral da CNBB, em maio de 2011, a partir do Setor Juventude, anteriormente vinculado à Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato.

Além da Presidência e Assessores, a Comissão é auxiliada pelos 17 bispos referenciais da juventude nos Regionais da CNBB, por uma Coordenação Nacional de jovens, por várias equipes dedicadas à Evangelização da juventude e, ocasionalmente, por assessores e peritos convidados.

O campo de trabalho da Comissão abrange as diversas experiências de evangelização da juventude existentes: Pastorais da Juventude, Movimentos Eclesiais, Novas Comunidades, Congregações Religiosas que trabalham com juventude, Catequese Crismal, Pastoral Vocacional, Pastoral da Educação, Pastoral Familiar, Pastoral do Adolescente, em parceria com o Setor Universidades da CNBB e outros segmentos eclesiais envolvidos com evangelização juvenil (cf. CNBB Doc. 85, n. 193).

Há um processo de envolvimento dessas diferentes forças que exige atenção, acolhida, escuta, discernimento, conversão, planejamento, acompanhamento, tempo e investimento. Enfim, a Comissão trabalha para que em todas as instâncias eclesiais haja uma verdadeira paixão pelos jovens e se faça uma significativa opção afetiva e efetiva por eles capaz de atingir, inclusive, o âmbito social.

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