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Coordenadora do Serviço de Evangelização do Regional Sul 3 participa de reunião em Brasília

Publicada em 12/06/2015

Irma Zenilde Fontes, Coordenadora do Serviço de Evangelização da Juventude do Regional Sul 3 da CNBB, participa de Encontro Nacional dos responsáveis de juventude dos regionais da Cnbb, de 08 a 10 de junho, em Brasília.

Ao chegar fez um relato e reflexão sobre a pauta:  

“Era uma reunião para os 18 referenciais das regionais da CNBB com o objetivo de lançar a evangelização da juventude de pós revitalização até 2017. O grande projeto norteador é a Rota 300 anos. Essa Rota 300 anos tem alguns eixos: estrutura e acompanhamento, formação de assessores, missionariedade, Maria discípula missionária, DNJ, subsídios e a Jornada Mundial em Cracóvia.

Essas foram às temáticas tratadas em âmbito nacional dentro de um projeto macro, mas que cada Regional, a partir dessa experiência, vai encaminhar de acordo com sua realidade. Cada diocese, dentro de suas possibilidades e caminhada, estar em comunhão com a Igreja Nacional.

Observei que o nosso Regional tem uma caminhada mais sistematizada. Os eixos nós já contemplamos em nosso cronograma de 2015, como, por exemplo, a missão, a formação e os cursos de lideranças. E nos sentimos bastante confortáveis dentro dessa caminhada. Os demais Regionais não têm uma estrutura como tem o Rio Grande do Sul.

Essa estrutura que temos é importante observar qual Igreja nós sonhamos e queremos com a evangelização da juventude. A partir daí corremos atrás de recursos físicos, humanos e matérias para concretizar aquilo que propusemos como Igreja. Isso foi o que aconteceu aqui no Rio Grande do Sul.

Isso surgiu de uma necessidade de termos uma proposta comum e refletida em conjunto. Uma proposta que, aos poucos, seguimos num caminho de aprendizagem, pois o que é de fato uma diretriz comum dentro da evangelização a partir dos documentos que nos norteiam pelas diretrizes da ação evangelizadora da Igreja do Brasil, do documento 85 e, também, do documento Civilização do Amor da pastoral juvenil.

O grande desafio, no entanto, é a hermenêutica desses documentos. Como colocar em prática, porque documentos se têm bastante como Igreja. Mas o grande desafio é como colocar em prática. Não tem como colocar em prática a partir de um plano criado por duas ou três pessoas. Precisa ser refletido muito num processo com diferentes pessoas, nas diferentes realidades e culturas que existe dentro do Estado. Dentro dos diferentes carismas que evangelizam a juventude. Como cada um percebe isso e sintoniza com essa proposta.

Aqui é o caminho que foi e esta sendo feito desde 2010 que se iniciou com um levantamento de dados, uma pesquisa com seriedade. Tudo isso muito refletido. Quem esta de fora pode achar que é muito cansativo e lento, mas a segurança que de fato é um caminho construído por todos.

A partir do levantamento de dados percebemos o quanto a juventude estava desarticulada. O quanto ainda é um desafio. O sonho de toda a juventude articulada é um horizonte a ser percorrido.

Os dados trouxeram alguns elementos da percepção de um caminho de por onde deveríamos caminhar. Se um dos aspectos é a organização, animação e articulação. É preciso sentar junto e se entender, refletir e ver o que cada um pensa a partir de aonde vem.

Os dados, então, forneceram o indicativo do caminho para seguir, por exemplo, a articulação da juventude, a comunicação e a formação. Não só mapear os grupos, mas perceber quais as literaturas os grupos liam. Surpreendentemente, muita pouca literatura, pois os documentos não eram lidos e refletidos na evangelização da juventude.

Enfim, o levantamento de dados deu para enxergar caminhos e indicadores que poderiam nos ajudar dentro desse processo e na descoberta de um caminho comum na evangelização da juventude,” relatou.   

 

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