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Dicas para estudantes: as técnicas de estudo mais eficazes

Publicada em 12/05/2015

A Association Psychological Science (APS) publicou um artigo que analisa as 10 técnicas de estudo mais comuns em uma pesquisa inédita, concluindo quais eram mais - ou menos - eficazes. Apresentamos um resumo a seguir, tudo organizado em ordem decrescente de eficiência:

10. Grifar

A técnica mais usada de todos os tempos, talvez pela sua facilidade, já que é só passar o marca texto e pronto, o conteúdo já foi “todo arquivado na cabeça”.

Porém, foi a técnica que apresentou menor eficácia na assimilação de conteúdo, pois como não requer quase nenhum esforço, o cérebro não reconhece a importância da atividade e não grava nada só porque tá colorido.

9. Releitura

Para essa técnica surtir efeito, é necessário que a releitura seja feita imediatamente após a primeira leitura do conteúdo; caso contrario, em nada vai ajudar no seu desempenho.

8. Mnemônica

Essa técnica é bastante utilizada nas matérias de química, física e matemática. Consiste em fazer aquelas musiquinhas ou frases de efeitos para decorar o conteúdo.

O problema dessa técnica é que o assunto deve ser revisado antes da prova, pois ela depende exclusivamente da memória a curto prazo. Agora imagina você que fez mil músicas com o conteúdo e mistura todas, sem saber onde fica cada verso da canção.

7. Associação por imagens

Fazer tabelas, mapas, infográficos mentais nem sempre é eficiente. De acordo com o estudo, esse engessamento do conteúdo corta a criatividade dos alunos, o que pode fazer falta durante a prova, pois em muitas situações terá que analisar casos hipotéticos.

 

6. Resumos

Produzir resumos é uma das atividades preferidas dos estudantes, mas o estudo afirmou que essa técnica é pouco eficaz para melhorar o entendimento da matéria estudada. Porém, a técnica se mostrou com bom desempenho nas provas discursivas, mas para os alunos que fizeram provas objetivas, quase que não se teve proveito.

5. Interrogar-se

Durante provas discursivas, às vezes, é muito comum dar aquele famoso branco na mente. Para evitar isto, utilize-se da pergunta “por quê?” durante as horas de estudo.

Sempre que se deparar com algum fato que achar importante, interrogue-se, procure saber as causas e os efeitos. Durante essa pesquisa, o seu cérebro fará maior esforço para se concentrar e guardar as informações.

4. Autoexplicação

O negócio é ser seu próprio professor. Diante de um espelho, você pode ler em voz alta e explicar os assuntos para você mesmo; é importante lembrar de usar a entonação para indicar os assuntos mais relevantes. É importante também que você use as próprias palavras na hora da explicação.

3. Intercalar matérias

Não adianta tirar o dia pra estudar uma matéria só, o cérebro rapidamente vai se cansar e querer mudar de assunto. Para continuar concentrado, o ideal é dividir suas horas de estudos para matérias diferente; se você tem 6 horas por dia, tente transitar por 3 ou 4 matérias.

2. Distribuir a prática

Nada de deixar tudo pra véspera da prova. O estudo comprovou que distribuir o conteúdo durante os dias da semana é muito mais eficaz do que decorar tudo algumas horas antes.

Além disso, a pesquisa enfatizou que você precisa estudar de 10% a 20% do tempo que você precisa para manter o assunto na cabeça. Ou seja, você precisa lembrar de uma matéria por 5 anos, estude ela a cada 6 meses.

1. Praticar testes

Essa técnica consiste em fazer provas, resolver questões, lidar na prática com o que pode ser encarado na hora do "vâmo-vê". Familiarizar-se em resolver questões dará mais habilidade na hora da prova.

Vale ressaltar que esse estudo afirmou o grau de eficiência de acordo com o desempenho da maioria das pessoas, mas uma técnica pode ser bastante eficiente pra você e ter sido classificada com baixo grau de utilidade.

- Bons estudos!

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