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Ir à igreja ou ser igreja?

Publicada em 11/05/2015

  • Ir à igreja ou ser igreja?

Atualmente, estamos acostumados a acordar cedo no domingo para ir à igreja, encontrar os amigos de sempre, e em fim participamos da missa, mas quando a celebração acaba, voltamos para casa com a sensação de dever cumprido, pois, estamos novamente em sintonia com Deus, porém, no decorrer da semana nos deparamos com as mesmas dificuldades, os mesmos anseios, que nos levam a crer que precisamos ir a celebração novamente, não quer dizer que ir a celebração não seja proveitoso. 

Muitas vezes as nossas idas a igreja são ocasionadas por necessidades pessoais e não necessidades espirituais, por exemplo, passamos por dificuldades durante a semana e no final vamos à celebração para resolver espiritualmente essas dificuldades e inseguranças, mas, o ser humano em si detém a necessidade de manter diálogo e estar em sintonia com Deus para sentir-se bem consigo mesmo.

Mas qual e diferença entre ir à igreja e ser igreja? Esta questão nos remete a uma reflexão mais profunda sobre o assunto, sendo que na grande maioria não há diferenciação entre os dois casos, pois na mentalidade humana, o ir nos remete a ser. Enquanto isso, o ser igreja abrange ações de manutenção e desenvolvimento da mesma, ou seja, para ser-mos igreja precisamos participar ativamente das atividades desempenhadas pela mesma, como liturgias, atuar nas diversas pastorais e movimentos, ou seja, ser protagonista da ação evangelizadora.

Sabemos que ser participativo na fé nos retira parte do nosso precioso tempo para organização dos afazeres espirituais, bem como nos expõem a críticas pelo trabalho realizado. Apesar de contraditório, o ser igreja nos compensa espiritualmente com as sensações de estar sendo protagonista da ação, ou seja, apesar de o nível de comprometimento ser grande, detemos a sensação de realização espiritual.

Podemos ser igreja fora do monumento igreja? Acreditamos que este deva ser o maior pilar do cristão atualmente, tendo em vista que a ação espiritual nos transforma no dia a dia, sendo quase impossível não modificar-mos nosso jeito de ser e agir. Ser participativo em pastorais ou movimentos nos deixa a par de uma sensação de compreensão da humanidade, pois, passamos a visualizar o mundo com outro ponto de vista, um modo mais humano e fraterno de agir e pensar.

Para dar término, gostaria de mencionar a escolha pessoal como ferramenta essencial nas ações do ser igreja, pois, a gratidão e disponibilidade são as premissas ideais para uma ação evangelizadora abrangente e ativa na vida da sociedade, dentro e fora do monumento igreja. Acreditamos no bem comum e na perseverança na fé, a partir de uma ação mais implícita dos cristãos de nossas comunidades.   

 

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