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Em missão pela vida
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Maria mãe, Mães Marias

Publicada em 09/05/2015

Maria educadora

 Maria, mãe, educadora e discípula de Jesus. Ela é modelo de vida cristã, exemplo de serviço e presença afetiva junto ao seu filho. Um modelo singular de mãe e mulher. Como mãe educadora de Jesus, Maria propicia ao seu filho a possibilidade de "crescer em estatura, sabedoria e graça" (Lc 2, 52), desenvolvendo nele as suas potencialidades, preparando-o para a vida e para a grandeza da sua missão junto à humanidade. Este é um desafio que ainda hoje é presente para todas as famílias, em especial às mães, a quem homenageamos neste mês.    

Maria: ternura de mulher e mãe

Maria, mãe, mulher... sua ternura nos inspira, sua bondade e perseverança frente às adversidades nos permite acreditar que existem possibilidades, que Deus é presente e nos dá serenidade. Sua presença afetiva e significativa na vida de seu filho e junto aos discípulos nos anima a compreender o sentido maior da palavra ‘mãe’. Maria soube dar os ‘sins’ necessários à educação do seu filho, nos ensinando limites, respeito à educação e ao cuidado. Nos mostrou o quanto devemos ser presença afetiva e transformadora na defesa e proteção dos direitos.

Mãe: sentido sagrado

Há mães que não geraram, mas por acolherem e educarem filhos são chamadas e sentidas mães. Pelos seus corações e afetos, são sagradas e, assim como elas, a humanidade é chamada a compreender que todos os seres humanos são seus filhos e filhas, pais e mães. Assim como é o sentido o sagrado da Pachamama(Mãe Terra, para os andinos), somos convidados a cuidar com ternura de todas as formas de vida.

No entanto, por mais que tentemos encontrar palavras para explicar tão grande mistério, a palavra mãe traz o sentido sagrado da vida. É como o amor de Deus, por mais que se tente explicar, ainda faltarão palavras para descrever o sentido dessa experiência.

 

O mistério da maternidade                                                      

O mistério materno carrega em si o dom divino da vida. Todo dom, por ser graça, é repleto de mistério. Ao contemplá-lo sentimos o quanto é sagrado para os seres humanos gerar e cuidar bem da vida. É o sacerdócio da presença humana no mundo: trazer à luz, através da maternidade, os filhos e filhas de Deus. É ser intercessora da vida. Em Jr 1, 5 Deus diz ao profeta Jeremias: “Antes que fosses concebido no seio de tua mãe, eu já te conhecia”. É lindo sentir que para Deus desde sempre existimos em seu coração e que Ele nos conhece. As mães carregam os seus filhos e filhas em seus corações eternamente maternos. A vocação materna em seus afetos e sentidos, pela inteligência do coração, acolhe e protege a vida, assim como Maria acolheu, protegeu e alimentou a vida de Jesus. Como Maria que acreditou na Palavra e se deixou transformar por ela, as mães também carregam este sinal sagrado da confiança ilimitada em Deus que as abençoou mães e nunca o deixarão de ser, por toda a vida. A luz da maternidade nos motiva a viver a leveza do coração e a sensibilizar-nos com as pessoas que amamos. O mundo dos cuidadores é o mundo das sensibilidades e das humanidades. É o mundo da fé, de quem acredita que o essencial habita no íntimo de cada pessoa e se expressa nos gestos de carinho e atenção.

 

Iluminação Bíblica

                        Mt 1, 18-25;

                        Mt 2, 13-23;

                        Lc1, 39-45;

                        Jo2, 1-12;

                        Jo 19, 25-27;

                        Lc2, 33-35.39-40;

 

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