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Ressonâncias da Assembleia Geral da CNBB

Publicada em 01/05/2015

Entrevista com Pe. Ademar Agostinho Sauthier, Secretário executivo da CNBB/ Regional Sul 3 sobre as ressonâncias da 53ª Assembleia Geral, que aconteceu de 13 a 24 de abril, em Aparecida (SP).

Quais eram as expectativas para a 53ª Assembleia Geral?

Uma das expectativas da Assembleia foi muito grande pela diversidade de assuntos importantes, que tratam das Diretrizes Gerais da Evangelização. É uma caminhada de muitos anos que tem a finalidade de uma pastoral de conjunto. É uma reunião que as pessoas se unem no amor de Deus para elaborar uma programação para a atuação e interferência dentro da realidade do mundo de hoje. Toda a Igreja é colocada em “cheque” para se renovar e seguir as pegadas de Jesus. Outra expectativa foi por causa das eleições para a Presidência Nacional, os dozes comissões pastorais, dos Regionais, representantes do Celam e também para representar no Sínodo da Família, no Vaticano.

Fale da organização da Assembleia.

Não tenho como citar aqui todos os temas tratados, mas o que me chamou a atenção foi a organização, de modo que, com pouco tempo se trabalhou muito. Nisso se conseguiu atualizar as Diretrizes Gerais, as eleições.

O que aconteceu com as Diretrizes Gerais para o próximo quadriênio?

As Diretrizes foram praticamente recolocadas e atualizadas as anteriores. Tem gente que diz que já leram as outras. Já leu, precisa reler quer tem muitas novidades. Tem agora influência das falas do Papa Francisco e também conteúdo do Doc. 100 que trata da ‘Comunidade de comunidades’. Por isso não é bom dizer que é parecido com a anterior não vou ler. Leia que perceberá as novidades. Ler de novo e retomar a caminhada.

As palavras do Papa Francisco foram sempre citadas na atualização do documento. Tem um conceito chave que entrou nos objetivos gerais em relação a uma palavra ‘Igreja’. Foi colocado o adjetivo de ‘Igreja misericordiosa’. Um dos elementos fundamentais a que esta aparecendo é a Igreja misericordiosa. Jesus veio trazer a misericórdia. A Igreja é a atuação de Deus no mundo. Este é um dos pontos marcantes.

Se falou do Ano da Paz?

Sobre o Ano da Paz se tratou bastante, inclusive foi apresentando um documento e também uma oração. Tem-se um receio que o mundo fique mais na violência do que na paz.

E a Vida Religiosa Consagrada a celebração dos 50 anos do Vaticano II?

Tratou-se também da Vida Consagrada. Houve uma celebração dos 50 anos do Vaticano II com solenidade especial.

O se falou acerca da Juventude?

Sobre a juventude se falou bastante e se elegeu um novo bispo Dom Vilson Basso, um gaúcho na Comissão Episcopal da Juventude. Destacou-se a importância da continuidade pós Jornada Mundial da Juventude. Aqui no Regional Sul 3 esta se trabalhando concretamente com uma caminhada de processo. Não somente de eventos, mas de organização pastoral pela opção da Igreja ser afetiva e efetiva.

Não tenho preferência para nenhuma ação pastoral exclusiva. Minha tarefa é incentivar a todos, mas o Serviço de Evangelização da Juventude foi escolhido como prioridade no quadriênio da última Assembleia Geral Nacional.

Algum destaque para os 300 anos de Aparecida?

Sobre os 300 anos há uma organização em vários Regionais que irão fazer uma peregrinação ao Santuário de Aparecida até 2017, onde se aguarda a visita do Papa Francisco.

Qual seu sentimento em relação a eleição da nova diretoria do Regional Sul 3

Essa pauta ficou para a noite do penúltimo dia e eu não participei. Inclusive não sei de detalhes e se alguém falar desconfie. Eu fiquei contente com a nova diretoria. Aliás, na Igreja trabalho com todas as pessoas de maneira contente, alegre e participativa. A minha escolha é pelo Reino de Deus.

 

 

 

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