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A acolhida da Páscoa

Publicada em 04/04/2015

  • A acolhida da Páscoa

A Semana Santa, a semana mais importante para os cristãos, possui uma série de tradições que revelam alguns aspectos da fé cristã. O Domingo de Ramos abre, por excelência, a Semana Santa que culmina com a Páscoa. Podemos nos acostumar a Páscoa. Corremos um risco muito grande enquanto cristãos: acostumar-nos à Páscoa. Assim a Páscoa pode esvaziar-se de sentido. Para que isso não aconteça precisamos saber o significado do que celebramos.

O Domingo de Ramos relembra e celebra a entrada triunfal de Jesus Cristo, em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Esse domingo é chamado assim, porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão por onde o Senhor passaria montado num jumento. Com isso, Ele despertou nos sacerdotes da época e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa, então, uma trama para condená-lo à morte.

Na Quinta-feira Santa à noite inicia-se o Tríduo Pascal, que é uma única celebração estendida por três dias – quinta, sexta e sábado. “Fazei isto em memória de mim” (Lc 22,19). Com essas palavras, o Senhor instituiu o sacerdócio católico e deu-lhes poder para celebrar a Eucaristia. Durante a celebração da quinta- feira santa ocorre a cerimônia do Lava-Pés que lembra o gesto de Jesus na Última Ceia, quando lavou os pés dos seus apóstolos. Lavar os pés de alguém é função de escravo e de servo dentro da cultura bíblica.

À tarde da Sexta-feira Santa apresenta o drama incomensurável da morte de Cristo no Calvário. A cruz erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Com a Paixão de Jesus, segundo o Evangelho de João, contemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo amado, da mãe, do soldado que lhe traspassou o lado. No Sábado Santo, depois do anoitecer, a Vigília Pascal é celebrada dando início à Páscoa.

A ação libertadora realizada por Deus em Jesus é evento pascal. Cristo é o Cordeiro pascal dos cristãos (1Cor 5,7). Jesus é o verdadeiro cordeiro que morre na cruz. Do hebreu “Peseach”, Páscoa significa a passagem da escravidão para a liberdade. Comemora-se a passagem de Cristo – “deste mundo para o Pai”, da morte para vida. Assim, a Páscoa tem sentido com Jesus ressuscitado.

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