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A mulher que se negou a abortar em 3 gravidezes

Publicada em 31/01/2015

  • A mulher que se negou a abortar em 3 gravidezes

No último dia 22 de janeiro, 15 mil jovens católicos se reuniram no grande estádio Verizon de Washington para o encontro juvenil (YouthRallyAndMassForLife.org) prévio à Marcha pela Vida, realizada todos os anos na capital norte-americana.
 
Um sacerdote jovem, de 28 anos, Pe. Mario Majano, da diocese anfitriã, compartilhou um testemunho que o havia marcado profundamente.
Ele explicou que o heroísmo não é ter poderes, como ele imaginava quando era criança, ao ler histórias em quadrinhos de super-heróis, mas "o verdadeiro herói é aquele que não permite que nada, nem grande nem pequeno, o impeça de defender o que sabe que é bom, defender o pequeno, o que vem de Deus".
 
O testemunho que o impressionou foi o de uma mulher.
 
Primeira gravidez: estuprada
 
Quando ainda era estudante, esta jovem foi estuprada e ficou grávida. Sua família a ignorou. Uma amiga tentou convencê-la a abortar: "É uma situação impossível para você, faça o que é mais prático, aborte", disse-lhe.
 
Mas ela respondeu: "Eu não poderia enfrentar o resto da minha vida sabendo que tirei a vida de alguém". E optou por ter a criança.
 
Segunda gravidez: abandonada
 
Alguns anos depois, ela ficou grávida outra vez, agora de um homem a quem amava. Mas ele não queria se comprometer em um casamento e a abandonou. Além disso, ela buscava um título acadêmico e ter um segundo filho a impediria de obtê-lo. Sua família a pressionou para abortar, porque "ela não poderia criar dois filhos sem pai". Inclusive se ofereceram para pagar todos os custos do aborto.
 
"Não importa quão bem intencionada seja esta oferta, não sei como vou lidar com isso, mas... não". Ela disse "não" ao aborto e "sim" à vida.
 
Terceira gravidez: quimioterapia e risco de má-formação
 
Passaram-se 13 anos. Agora, esta mulher estava finalmente casada, mas foi diagnosticada com câncer e começou a receber um intenso tratamento químico. E ficou grávida. Os médicos lhe disseram que deveria abortar, pois, sem dúvida, a criança "não teria nenhuma chance de nascer normal".
 
"Normal ou não, abortar é algo que não posso nem quero fazer", disse ela.
 
O padre que contou a história concluiu: "Este tipo de heroísmo não costuma ser elogiado pela sociedade, mas por nós sim. A esta mulher, pelos seus esforços corajosos, por estar sempre firme, por centrar sua vida no amor, eu simplesmente digo: Obrigado, mãe, muito obrigado!".

Fonte: Aleteia

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