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Eis que conceberás e darás à luz um filho

Publicada em 20/12/2014

  • Eis que conceberás e darás à luz um filho

O último Domingo do Advento trata do projeto de salvação oferecido por Deus aos homens. A primeira leitura apresenta a “promessa” de Deus a David. O povo terá segurança, paz e felicidade sem fim a concretizar-se com a vinda de um descendente de David.

Deus não se cansa de derramar o seu amor e a sua bondade sobre o Povo que ele próprio elegeu. Apesar dos desafios e da falta de fé, ouvimos que é Deus quem preside a história humana, apontando caminho para uma vida de liberdade, justiça e salvação. Não se pode determinar o lugar onde Deus deve morar. Ele não cabe dentro do templo ou do santuário. O interesse de Deus é a vida das pessoas. Prefere habitar no meio do povo – “Serei vosso Deus e vós sereis o meu povo”.

Na segunda leitura, temos o mistério da salvação oferecido por Deus, na pessoa de Jesus. Ele é o lugar onde Deus se dá a conhecer e torna clara sua vontade de congregar em si todas as nações, levando-as à obediência na fé. Não podemos nos esquecer de que: não somos seres abandonados, perdidos à deriva num universo sem fim. Somo amados por Deus, pessoas únicas e irrepetíveis, conduzidos com amor misericordioso à vida em plenitude. Essa constatação deve encher de alegria, de esperança e gratidão o nosso coração.

O Evangelho nos revela que o Espírito Santo encontra em Maria a acolhida necessária para conceber e gerar o Filho de Deus. Momento em que Jesus se encarna na história da humanidade, a fim de trazer a salvação e a vida definitiva. Isso só é possível quando os homens e as mulheres aceitam dizer “sim” à vontade de Deus, aceitam acolher Jesus e apresentá-lo ao mundo.

Neste domingo que precede o Natal de Jesus, a história de Maria mostra como é possível, através de um “sim” ao projeto de Deus, ajudar Jesus nascer na família, na comunidade, no mundo. Isso é um convite, para que, através do nosso “sim”, da nossa disponibilidade e do nosso serviço, possamos acolher Jesus, que nos traz a salvação e a vida de Deus.

Maria foi escolhida por Deus para um papel fundamental e significativo na história da salvação. Não foi o poder, a riqueza, a importância social ou visual que determinou a capacidade para levar a bom termo sua missão. Decisivos foram a disponibilidade e o amor com que Maria acolheu e testemunhou as propostas de Deus.

Na atitude de Maria não há qualquer sinal de egoísmo, de comodismo, de orgulho, mas sua entrega total nas mãos de Deus e um acolhimento radical de sua vontade. O testemunho de Maria nos questiona fortemente…

Maria de Nazaré foi uma mulher para quem Deus ocupava o primeiro lugar, prioridade fundamental em sua vida. Foi uma pessoa de oração, de fé, e fez a experiência do encontro com Deus. Deus quis precisar de Maria, a humilde serva do Senhor para trazer ao mundo o seu filho bem-amado.

E a nós, o que Deus nos confia? São Paulo nos orienta a professar nossa fé num Deus que tem o poder para confirmar nossos corações. Lembre-se, para Deus nada é impossível…!

 

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