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Articulação entre os carismas

Publicada em 15/08/2014

O processo da evangelização da juventude é constituído por diversos jovens, das mais variadas dioceses do estado, bem como padres, irmãs e leigos adultos, que constroem juntos um caminho, uma proposta de seguimento à Cristo e seus ensinamentos. Por ser um caminho longo, existem ideias diferentes, carismas diferentes, formas de rezar, de viver, mas que todos, independentemente do carisma, apontam para um mesmo fim.


A evangelização da Juventude passa por várias esferas, tais como o regional e o diocesano, até chegar no grupo de jovens. A esfera regional compreende os líderes das dioceses do estado. A esfera diocesana, por sua vez, representa os jovens das paróquias e carismas presentes na diocese.


O articulador é o responsável por mover a engrenagem da evangelização da juventude, é ele que faz acontecer, tanto no regional, quanto na diocese, na paróquia e principalmente no seu movimento ou pastoral.


Muitas vezes neste caminho de evangelizar, o articulador encontra algumas dificuldades em mover esta engrenagem, tais como: falta de apoio; a não aceitação das ideias por parte dos carismas, etc. Chegamos a uma das principais dificuldades de um jovem articulador, a articulação entre os carismas.


Cada jovem possui um carisma especifico, é como uma identidade espiritual. Participo de determinado grupo, pois minhas ideias são semelhantes aos demais membros. Com o articulador não é diferente, ele também possui um carisma especifico. Porém o articulador não representa determinado carisma e sim uma diocese inteira, ou seja, ele é representante de todos os carismas, de todos os jovens da diocese.


Frequentemente, surgem grandes empecilhos na caminhada. Como vou articular os outros carismas? Como chegar nos movimentos ou pastorais que trabalham com os jovens? O articulador deve encontrar formas de chegar em todos os movimentos, pastorais, carismas presentes na diocese, essa é a missão do articulador.


Um dos pontos que contribui e facilita a aceitação do articulador é a neutralidade. Todos os carismas devem se sentir representados na figura do articulador, por isso eles devem saber quem é o jovem articulador em primeiro lugar. Em segundo lugar, o articulador deve estar presente nos momentos e ações dos carismas, ajudando no que for possível ou somente participando, assim ficará mais fácil o processo de articulação. Em terceiro lugar, o articulador deve estar disposto a ser um discípulo missionário a serviço do reino de Deus, do Seu projeto e do Seu estilo de vida.


Não esqueçamos que esta é a missão do articulador, bater de porta em porta, de carisma em carisma levando a Palavra de Deus e suas ações. Temos uma identidade espiritual, diferentes formas de rezar, de pedir ou agradecer, mas todas convergem para o mesmo Deus. Que os jovens articuladores saibam usar a melhor linguagem, a melhor forma de articular os carismas, e quando tudo isso parecer impossível de acontecer, lembre: “Ide e fazei discípulos meus entre todas as nações”, entre todos os carismas, jovens e grupos. 

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